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eFinance  11 mar 2022

Faturação eletrónica já permitiu poupanças acima dos 250 mil euros a mais de 400 empresas desde 2020

Todas as empresas fornecedoras do Estado estão obrigadas por lei a recorrer  à faturação eletrónica a partir de julho de 2022. A medida traz poupanças significativas e vem combater a evasão fiscal, mitigando o aumento da dívida pública.

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A transição para a faturação eletrónica já permitiu uma poupança de 251.346 euros, entre 2020 e 2022, por parte de uma amostra de 400 fornecedores de entidades públicas que têm vindo a utilizar a solução da YET - Your Electronic Transaction para emissão e comunicação das mesmas.

Nestes últimos dois anos, empresas e Estado têm vindo a preparar-se para a obrigatoriedade de digitalização das faturas, no âmbito de contratos públicos, tendo-se verificado um aumento de 553% do número de documentos emitidos através da plataforma da YET, para um total de 42.819 faturas eletrónicas.

A última fase para adaptação ao decreto-lei que obriga os fornecedores da Administração Pública (cocontratantes ao abrigo do Código de Contratos Públicos - CCP) a transitar, em exclusividade, para a faturação eletrónica termina a 1 de julho de 2022.

Decretada em 2018, esta medida previa, inicialmente, a implementação obrigatória da faturação eletrónica até 2020. No entanto, no contexto de pandemia da doença COVID-19, os prazos para esta transição foram estendidos, estando os fornecedores da Administração Pública obrigados a emitir faturas eletrónicas desde o dia 1 de janeiro de 2021, no que respeita a grandes empresas, (com mais de 250 trabalhadores). Já para as micro (até 10 colaboradores), pequenas (até 50) e médias empresas (até 250), assim como para as entidades públicas enquanto entidades cocontratantes, a obrigatoriedade entra em vigor apenas no início do próximo mês de julho.

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